Alvarenga

tem como moldura o rio Paiva e a serra de montemuro.

Crê-se que o nome de Alvarenga deriva de Alborgon, que significa torre. Outra hipótese prende-se com a derivação de Alvar, ao que, sociando-se o sufixo enga pode ser interpretado como terra de carvalhos alvarinhos. Até 1836, Alvarenga foi sede de concelho, abrangendo a área das actuais freguesias de Alvarenga, Canelas e Janarde, tendo sido, nessa data, anexado ao concelho de Arouca.

 

Foi-lhe concedido foral por D. Dinis, em 1298, e por D. Manuel I, em 2 de Maio de 1514. Foi couto, concelho e julgado. A estirpe Alvarenga advém de Afonso Moço Viegas, filho de Egas Moniz e companheiro de D. Afonso Henriques, senhor de várias honras, nas quais se inclui Alvarenga. Aliás,  a Quinta do Paço foi solar dos Alvarengas, com o seu palácio, capela e torre aí erigidas. Estendendo o seu território por cerca de 40 km2, Alvarenga acolhe perto de 2000 habitantes.

 

A 20 km de Arouca, a sede de concelho, tem como moldura o rio Paiva e a serra de montemuro. Terra fértil e suave, continua a preservar a sua identidade agrícola. O Paiva, um dos rios que se inclui entre os menos poluídos da Europa, proporciona aos visitantes, em sintonia com as suas margens, uma paisagem natural em estado puro. A sua calmaria, durante o Verão, permite desfrutar das praias fluviais das suas margens, e a bravura das as, durante o Inverno, traz a Alvarenga inúmeros amantes dos desportos de aventura. Cercada pelas montanhas, entrecortada pelas águas, Alvarenga oferece-lhe belíssimas paisagens, pejadas de verde, nos seus campos e encostas.